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XXXVI JORNADA INTERNACIONAL DE CINEMA DA BAHIA
JURI OFICIAL DA JORNADA
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Juri Filmes |
Betse de Paula
Francis Valle
Henrique Dantas
Isleni Cruz Carvajal
Marcelo Martinessi
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| Juri Videos |
Felipe Nepomuceno
Humberto Castilho
Gilberto Santeiro
Maria do Rosário
Marcos Brige
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Juri OCIC BRASIL/SIGNIS
Concede o Premio Jangada |
Profa. Angeluccia Habbert
Padre Reginaldo Pessanha |
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BETSE DE PAULA
Betse de Paula nasceu no Rio de Janeiro, em família com tradição no cenário artístico – o pai é o cineasta Zelito Viana; o tio é o humorista Chico Anysio; e o irmão é o ator Marcos Palmeira.
Antes de estrear como diretora, Betse de Paula desenvolveu outras atividades no cinema, como assistente de direção, assistente de montagem e continuísta. Em “Avaeté – Semente da Vingança”, de Zelito, em 1985, foi continuísta; em “Noite”, de Gilberto Loureiro, também em 1985, foi assistente de montagem.
Como cineasta, seus primeiros filmes foram no formato curta-metragem: “S.O.S. Brunet” (1986), “Por Dúvida das Vias” (1988), “Feliz Aniversário Urbana” (1996), “Leo 1313” (1997) e “The book is on the table” (1999).
Betse de Paula assinou o roteiro do episódio “Samba do Grande Amor”, do longa “Veja Essa Canção” (1999), de Carlos Diegues.
Em 2001, Betse de Paula estréia em longas com a comédia romântica “O Casamento de Louise”. Protagonizado por duas musas da cineasta, Sílvia Buarque e Dira Paes, o filme é uma grata surpresa e com ótimo apelo popular. “O Casamento de Louise” conta a história de Sílvia, a patroa, e Dira, a empregada, às voltas com encontros e desencontros amorosos.
Em 2002, Betse de Paula dirige seu segundo longa, a comédia “Celeste & Estrela”. Protagonizado por Dira Paes e Fábio Nasar, o filme conta a história de uma realizadora de curtas e seu sonho de dirigir um longa. Contemplado no projeto de baixo orçamento da Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura, o filme tem diálogos assinados por José Roberto Torero – roteiro de Betse, Torero e Júlia de Abreu - e abriu a 35ª edição do Festival de Brasília.
Em 2005, Betse de Paula realizou mais um curta, “As Andanças de Nosso Senhor Sobre a Terra”, com André Barros e Edgar Amorim. |
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FELIPE NEPOMUCENO
Nasceu em Sao Paulo, 1975. Fotógrafo e artista plástico, estudou na New York School of Visual Arts. Escreveu os livros ‘O Marciano’ (1997), ‘Calamares’ (1999), ‘Fotonovelas’ (2000) e ‘O Aquário (2001), todos publicados pela Editora 7 Letras.
Teve trabalhos divulgados na revista Inimigo Rumor n. 3. Participou da antologia Esses Poetas, organizada por Heloísa Buarque de Hollanda.
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FRANCIS VALLE
Diretor, produtor e roteirista
Entre os principais trabalhos destacam-se. CARNAÚBA, A ÁRVORE DA VIDA (documentário - 1979), IRACEMA, PRAIA DOS AMORES (documentário - 1986), MOREIRA CAMPOS (documentário - 1994), DURVALINA (ficção – curta metragem - 1998) premiado no VIII CINE CEARÁ com os premios de Melhor Produção Cearense, Melhor Vídeo do Festival, Melhor Ator, Melhor Atriz, premiado no VI FESTVÍDEO DE TERESINA Segundo Lugar na categoria ficção e no XXII FESTIVAL GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO com o premio de Melhor Argumento, CASTELO ENCANTADO (videoclipe – 1998), A SENTENÇA DO PAU BRASIL (ficção – 2004) premiado na XXXII JORNADA INTERNACIONAL DE CINEMA DA BAHIA por Melhor Trilha Sonora
OUTRAS ATIVIDADES
Sócio-fundador e ex-presidente da Associação Brasileira de Documentaristas – Secção Ceará (ABD-CE) – 1981-1985 e 1986-1987.
Sócio-fundador e ex-presidente da Associação Cearense de Cinema e Vídeo (ACCV) – 1999-2001. Sócio-fundador e presidente da Associação Amigos da Casa Amarela Eusélio Oliveira (AACAEO) – 2002-2004. Fundador ( ao lado de Eusélio Oliveira) da VIDEO MOSTRA FORTALEZA, depois transformada em CINE-CEARÁ – Festival Nacional de Cinema e Vídeo(1991).
Diretor do Cine Ceará(2002/2003).
Professor da disciplina “Produção em Cinema e Vídeo” dos cursos de extensão da Casa Amarela Eusélio Oliveira da UFC ( 2001-2003).
Coordenador da Comissão de Elaboração do projeto da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (1995). Assessor Parlamentar do Presidente da Comissão de Educação e Cultura da Assembléia Legislativa do Estado do Ceará (1999-2002).
Autor do livro “Cinema Cearense- Algumas Histórias” ( Editora Assaré-2008).
Membro do Conselho Curador do Museu da Imagem e do Som do Ceará(MIS)-(2009) |
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ISLENI CRUZ
Nascida em Cali (Colômbia), 1965. Islene é jornalista e professora especializada em audiovisual, tem mestrado em História e Estética do Cinema, Roteiros e Comunicação Audiovisual.
Além de vários cargos de editoria de produção cultural e audiovisual no seu país de origem, colaborou também na programação de espaços e notas informativas para Televisão Educativa Iberoamericana 1994 a 1996 e atuou como correspondente de televisão para a América Latina, Espanha e Portugal 1999-2001 pela Era-TV (Bruxelas).
Entre suas atividades pela difusão cinematografica, destaca-se a direção do programa Filmoteca para a Rádio Nacional da Colômbia, iniciando sua carreira jornalística e, mais tarde, a programação e apresentação de ciclos Casa América de Madrid e outras instituições culturais e educativas de Espanha.
Como jornalista de cinema, tem mais de quinze anos, na cobertura de festivais espanhóis e europeus para algumas revistas da América Latina, incluindo o kinetoscopio (Colômbia), Encuadre (Venezuela) e Nuevo Cine Latinoamericano (Festival de La Habana, Cuba), além de sua colaboração com publicações espanholas como Cinemanía, Secuencias e Enlaces. Participou de vários ensaios para as antologias Teerra en Transe: do cinema latino-americano em 100 filmes (Alianza Editorial, Madrid, 1999) e El documental en América Latina (Editorial Cátedra, Madrid, 2003).
É atualmente professora no Campus Aranjuez de Felipe II, da Universidade Complutense de Madrid, onde leciona as disciplinas de VideoArte e Cinema Experimental, Cinema Europeu Contemporânea, Arte Espanhola Conteporanea, Análise de Imagem e Análise de Texto Audiovisual. Complementa esta faceta sua participação como oradora em diversos encontros de comunicação promovidos em diversas universidades e instituições na Colômbia, destacando: Museo Nacional de Colombia, Universidad Nacional e Universidad Central.
Em Espanha, foi membro do júri oficial do Festival de Comédia de Peñíscola, da critica internacional no Festival de Cinema Iberomaericano de Huelva e da semana de Cinema Experimental de Madrid, da qual também é colaboradora regular.
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MARCELO MARTINESSI
Diretor e roteirista paraguaio. Estudou Comunicação na Universidade Católica de Assunção. Mestrado em Cinematografia na London Film School em Inglaterra. Também fez um curso de especialização na Casa América de Madrid com uma bolsa cedida pela Fundação Carolina
Trabalha desde 1990 em domentários e ficções curtas. Seus trabalhos mais recentes são o documentario Los Paraguayos (que estreou no Festival de Cinema de Biarritz – França 2007) e Paraguay Según Agustín Barrios, documentário que mostra o universo musical do magnifico compositor paraguaio
Seu curtametragem rodado em 16mm, Karai Norte, contou com o apoio da National Geographic Society, e foi o primeiro trabalho paraguaio a chegar a Berlinale (Alemanha). Karai Norte, ainda ganhou 17 premios internacionais, incluindo o premio de Melhor Curtametragem do Festival de Cinema em Guadalajara (México) e o Premio Glauber Rocha de Melhor Filme na 36ª Jornada de Cinema Internacional da Bahia (Brasil)
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